segunda-feira, 15 de novembro de 2010

25 DE NOVEMBRO DIA INTERNACIONAL PELA NÃO VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER... NÃO PODEMOS ACEITAR!


25 de novembro foi escolhido para lembrar o dia do assassinato violento, truculento e trágico das irmãs Pátria, Minerva e Maria Tereza Maribal em 1960, pelo ditador Rafael Trujilo, na República Dominicana.


Em 1999 a ONU reconheceu oficialmente o 25 de novembro como o Dia Internacional pela Não Violência Contra as Mulheres.

PESQUISA ENCOMENDADA AO IBOPE PELO INSTITUTO PATRÍCIA GALVÃO APONTOU QUE A PREOCUPAÇÃO COM A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA TEM CRESCIDO CONSIDERAVELMENTE.

O nível de preocupação com a violência doméstica em todas as regiões do país, menos no Norte / Centro Oeste que já tem o patamar mais alto (62%). Nas regiões Sudeste e Sul o nível de preocupação cresceu, respectivamente, 7 e 6 pontos percentuais. Na periferia das grandes cidades está preocupação passou de 43%, para 56%.

33% apontam a violência contra as mulheres dentro e fora de casa como o poblema que mais preocupa a mulher brasileira na atualidade.

51% dos entrevistados declaram conhecer ao menos uma mulher que é e foi agredida por seu ccompanheiro.

Em cada quatro entrevistados, três consideram que as penas aplicadas nos casos de vilolência contra a mulher são irrelevantes e que a justiça trata este drama vivido pelas mulheres como um assunto pouco importante.

54% dos entrevistados acham que os serviços de atendimento aos caso de violência contra as mulheres mão funcionam.

A Lei Maria da Penha como ineficaz na assistência a mulher que sofrem com este tipo de atitude. Conforme A.P., 22 anos, há uma serie de enganos no tratamento e na assistência a mulher " cheguei na delegacia pra prestar depoimento e fui coagida pela policial a abrir um processo contra o meus ex-marido, naquele momento eu não sabia o que faria de mim, da minha filha ainda tão pequena.

com aquela atitude eu fiquei ainda mais perdida, acabei voltando para casa e passando o horror novamente. Deveria haver um acompanhamento psicológico no momento em que a gente faz a denúncia, me senti desamparada", relata com a voz embaraçada pelas lágrimas.

Como agredida, eu sei como é complicado é chegar até o balcão da delegacia e pedir informações.

Além de está ferida, você é humilhada psicologicamente, é despida por peguntas preconceituosas não recebendo nenhum tipo de tratamento diferenciado.

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